segunda-feira, 28 de março de 2011

ACABOU O NORTE/NORDESTE DE OPTIMIST EM ITAPARICA

Thiago Britto, do Rio Grande do Sul, é o Campeão

Um sábado de tempo inconstante em Itaparica, que alternou muito sol com muita chuva e momentos de poucos ventos, que só permitiram a realização de uma regata, das três previstas para o dia.
A regata terminou sob muita chuva e Thiago Britto consagrou-se Campeão Geral, superando os outros 82 velejadores, de oito estados, que participaram da competição.
O campeonato foi o primeiro grande evento de vela realizado em Itaparica nos últimos 23 anos e trouxe grande movimentação para a cidade. “Foi um grande desafio realizar este campeonato em Itaparica, até por que, tivemos apenas um mês para organizá-lo. A missão da FENEB foi cumprida, mostrando, para todo o país, o enorme potencial de Itaparica para realizar eventos de vela”. Avaliou Gerald Wicks, presidente da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia – FENEB. “Também alcançamos um importante objetivo deste campeonato, que é capacitar a Marina de Itaparica para receber eventos deste porte. O resultado foi muito satisfatório e a Marina de Itaparica  provou estar preparada para novos eventos que, certamente, virão”. Comemorou Wicks.
O 38º Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist foi uma realização da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia – FENEB, com apoio da Prefeitura Municipal de Itaparica, Marina de Itaparica, Conder, SUDESB, Yacht Clube da Bahia e Aratu Iate Clube. 

Fonte: FENEB   

sexta-feira, 25 de março de 2011

CAMPEONATO NORTE E NORDESTE DE OPTIMIST EM ITAPARICA


Após seis regatas realizadas o gaúcho Thiago Britto lidera a competição

Um belíssimo dia de sol, com ventos fortes e constantes, mostrou, mais uma vez, na última quinta feira (24), o enorme potencial de Itaparica para realização de competições de vela.
Mais quatro regatas foram realizadas pelo 38º Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist, iniciado no último dia 22, no qual participam 83 velejadores de 08 estados, já que a competição é válida como seletiva para o Campeonato Mundial da categoria.
Seis regata, no total, já foram realizadas, revelando o gaúcho Thiago Britto como líder do campeonato e forte candidato ao título. Outra revelação veio pelas mãos do baiano Matheus Seixas, do Yacht Clube da Bahia, que se recuperou de um início ruim, para alcançar a sétima colocação no geral e entrar também na briga pelo título. Maria Luiza Rupp, de Santa Catarina, é a líder entre as meninas e Gustavo Carvalho, do Yacht Clube da Bahia, lidera a competição entre os estreantes.

Thiago Britto
Após uma noite muito chuvosa e com forte trovoada, o sol voltou a brilhar em Itaparica nesta sexta feira (25). Os velejadores voltaram à água para disputar mais três regatas, conforme previsto pela comissão técnica. O campeonato se encerrará no próximo sábado (26), após mais uma bateria de regatas neste dia.
O 38º Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist é uma realização da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia – FENEB, com apoio da SUDESB, Prefeitura Municipal de Itaparica, Marina de Itaparica, Conder, Yacht Clube da Bahia e Aratu Iate Clube.

Fonte: FENEB

sexta-feira, 18 de março de 2011

Jovens crianças e adolescentes nas competições náuticas!

Campeonato N/Ne da Classe Optimist coloca a Ilha na rota da vela de competição nacional
A cidade de Itaparica, na Ilha de mesmo nome situada na Baía de Todos os Santos, receberá, entre os dias 22 e 27 de março, cerca de oitenta velejadores de nove estados do país, que virão disputar o 38º Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist, que tem status de competição nacional, já que é válido como seletiva para os campeonatos internacionais da categoria.
São meninos e meninas entre 07 e 15 anos de idade, mas, que levam muito a sério o esporte. A classe Optimist é reconhecida como uma das mais bem organizadas da vela de competição mundial e é o berço dos principais campeões olímpicos e mundiais de vela.
O campeonato promovido pela Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia - FENEB, sob supervisão da Confederação Brasileira de Vela e Motor – CBVM e Associação Brasileira da Classe Optimist – ABCO, apesar de ser um evento esportivo, ganha importância de evento turístico, no momento em que atrairá cerca de 200 pessoas diretamente envolvidas na competição, como velejadores, acompanhantes, familiares, técnicos e juízes, oriundos do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Ceará, além dos baianos de Salvador.
“O objetivo de trazer este campeonato para Itaparica é desenvolver mais um pólo para sediar eventos de vela, aproveitando o enorme potencial do local, ainda muito pouco explorado”, comenta Gerald Wicks, velejador e Presidente da FENEB. Para Wicks, Itaparica tem todas as condições para realizar excelentes campeonatos de vela, como vento constante o ano inteiro, águas límpidas e mornas e uma Marina que oferece boa infra-estrutura.
Com a realização de eventos como esses, que trilham o caminho aberto pela FENEB com a organização do bem sucedido Campeonato Baiano de Vela de Oceano, que tem Itaparica como sede, desde 2006, Itaparica começa a ser projetada no cenário da vela nacional, promovendo o esporte e turismo na região. “Estamos divulgando Itaparica e gerando boas notícias da Ilha para todo o país”, avalia Arnaldo Pimenta, Vice-Presidente da FENEB.
Serão mais de dez dias de movimento na cidade de Itaparica em função do campeonato, já que os velejadores de outros estados costumam chegar antes para treinar e reconhecer a raia. Isso movimenta e gera demanda para hotéis, pousadas, restaurantes e comércio em geral. Com a realização de outros eventos em Itaparica, que estão nos planos da FENEB, a cidade aos poucos se transformará em um dos mais conhecidos locais para a prática da vela no país.
O 38º Campeonato Norte e Nordeste da Classe Optimist é uma realização da Federação de Esportes Náuticos do Estado da Bahia – FENEB e conta com o apoio da Prefeitura de Itaparica, Marina de Itaparica, Conder, Sudesb, Yacht Clube da Bahia e Aratu Iate Clube.

Informações:
Luis Eduardo Pato
Coord. Técnico
38º N/Ne de Optimist
Tel: 71 8129 7801
e-mail: luiseduardopato@gmail.com
Divulgação enviada à redação do FlotilhaMuta.

Piratas somali condenados a prisão perpétua nos EUA

A mais dura sentença a um pirata em 190 anos
Os cinco piratas somali acusados de atacar um navio da marinha americana, o «USS Nicholas», ao largo das ilhas Seychelles, em abril de 2010, foram condenados, nesta segunda-feira, por um tribunal norte-americano a prisão perpétua.
«O dia de hoje marca a mais pesada sentença alguma vez infligida a um pirata por um tribunal americano, em 190 anos» declarou o procurador do estado norteamericano da Virgínia no final da audiência.
Os cinco condenados foram também sentenciados a uma outra pena de 80 anos de prisão por outros crimes ligados à pirataria e já revelaram que iriam recorrer da decisão judicial.

Os condenados no tribunal
No caso de captura de veleiros e iates, que não possuem seguro ou armadores para pagar um resgate, os reféns são a única moeda de troca.
Os piratas somalis ganharam 43 milhões de euros (o equivalente a R$ 111 milhões) em resgates durante o ano de 2009 e 2010, conforme relatório do Programa de Assistência aos Navegantes, organização que vigia a pirataria no Golfo de Áden.

De acordo com organização especializada, piratas somalis mantêm, atualmente, mais de 25 navios estrangeiros com 550 reféns
 
Há mais de um ano, os piratas libertaram ao superpetroleiro grego, o Maran Centaurus após receber um resgate que pode ter chegado a 4,8 milhões de euros (R$ 12,4 milhões) e que foi considerado o maior já pago a piratas somalis.

Fonte: Bola, PT/popa. com.br 
FlotilhaMuta

Scheidt e Prada ficam perto do limite na soma do peso!

Velejadores também precisam controlar peso para mais ou para menos.
A Star, a mais técnica das classes olímpicas, obriga sua dupla de velejadores a ter uma soma máxima de peso (82 e 112 kg), por regulamento. O timoneiro Robert Scheidt e o proeiro Bruno Prada pesam entre 81 e 82 kg e 110 e 111 kg respectivamente. Em Olimpíadas, a dupla se pesa pela manhã; em outras competições, a pesagem pode ser mais próxima das regatas. Bruno Prada, que agora em abril inicia a temporada europeia com Scheidt em Palma de Mallorca, Espanha, se lembra de um susto no Mundial de Cascais-2007.
- Estávamos 200 gramas acima. O que a gente fez? O Robert já botou o tênis e saiu correndo e eu corri para a bicicleta.
No Brasil, lembra Scheidt, até se perde peso, no verão, mas na Europa, e ainda no inverno, a tendência é estar acima, porque se come mais gordura.
- A gente já sabe que uma refeição equivale a uns três quilos, um quilo e meio para cada um. No fim das regatas, depois de quatro, seis horas, a gente chega mais leve. Temos de controlar.
A dupla também não pode ficar, por exemplo, dez quilos abaixo do total permitido. Porque, para conseguir tirar o máximo de potência da “área vélica” do barco de Star, os velejadores precisam estar no máximo possível da soma de peso.
Quando passou a velejar com Robert Scheidt, Bruno Prada diz que “sofreu para engordar 10, 12 quilos”.
Antes do limite de peso ser estipulado pela Star, os proeiros (que vão na frente do barco, como ponto de equilíbrio e direção nas manobras decididas pelos timoneiros) pesavam muito mais.
Marcelo Ferrreira, proeiro de Torben Grael, tinha 126 kg para seu 1,80 m na medalha de ouro conquistada em Savannah, na Olimpíada de Atlanta-1996. Já em Atenas-2004, no segundo ouro da dupla, teve de emagrecer 11 quilos para ficar com 106 kg, no limite da soma com Torben.
Fonte: R7.  Foto: Divulgação