sexta-feira, 17 de junho de 2011

Velejador português, faz história e entra para o guiness!

O madeirense João Rodrigues fez esta terça-feira história, ao tornar-se o primeiro velejador a fazer a travessia em prancha à vela entre a ilha da Madeira e as ilhas Selvagens.
O atleta português com mais presenças em Jogos Olímpicos ganhou também o direito de ver o seu nome inscrito no "Guiness", como a travessia mais longa jamais conseguida em prancha à vela (windsurf), numa só etapa.
O velejador partiu hoje (06:30) ao nascer do Sol e navegou ao longo de 160 milhas e de quase 12 horas sem parar, cumprindo um sonho de há muito tempo.
A iniciativa integrou o programa das comemorações do 40.º aniversário da criação da Reserva Natural das Ilhas Selvagens, a primeira reserva natural de Portugal. Por coincidência, João Rodrigues também completa 40 anos a 02 de novembro.
O velejador madeirense foi acompanhado pelas embarcações Freira-do-Bugio e pelo navio patrulha da Marinha Portuguesa Cacine. A dar apoio, já mais perto das ilhas Selvagens, esteve também o veleiro Búteo.
João Rodrigues foi campeão e vice campeão do Mundo de prancha à vela, em 1995 e 2008, tetracampeão Europeu, conta com 121 internacionalizações e 51 medalhas conquistadas em competições internacionais - 22 de ouro, 16 de prata e 13 de bronze.

Fonte: Jornal de Notícias

terça-feira, 14 de junho de 2011

A vida em um barco casa no Nilo

Michel Pastor de 68 anos, designer textil e decorador
Quando visitou o Egito pela primeira vez, nos anos 70, o designer têxtil e decorador suíço Michel Pastore, de 68 anos, ficou impressionado com os barcos transformados em habitações que encontrou no Nilo. "Queria muito morar num daqueles, mas me disseram que apenas traficantes de haxixe e prostitutas habitavam lugares do tipo", conta. Ainda assim, ele disse que foi "tão insistente" que um amigo encontrou para ele um apartamento num barco. "Adorei o lugar, por mais que fosse caro, na época, por um espaço de sete cômodos no Cairo." O aluguel de 40 libras egípcias era o equivalente a menos de R$ 13 mensais.
Quarenta anos mais tarde, Pastore está novamente morando num barco, mas em circunstâncias muito mais luxuosas. Depois de criar dois filhos no interior do Egito com Evelyne Porret, de 71 anos, sua parceira há mais de três décadas, ele sentiu falta da vida urbana e quis ficar mais perto de Nagada, a loja de roupas e objetos de decoração que mantém no centro do Cairo.
Evelyne, no entanto, não queria deixar Fayoum, cerca de 130 km a sudoeste do Cairo, onde administra uma escola de cerâmica. Assim, os dois chegaram a um acordo incomum: Pastore passa a maior parte da semana no barco, mas visita Evelyne nos fins de semana, já que ela raramente vai à cidade.
Apesar de o barco onde mora ter sido consideravelmente mais caro que o primeiro - Pastore disse ter pago por ele 700 mil libras egípcias (R$ 190 mil) seis anos atrás -, a moradia tem seus problemas. "Da primeira vez que choveu, havia água por toda parte", conta. "Percebi que ele precisava de uma reforma geral."
Foram necessários seis meses para "pensar em todas as possibilidades que o barco oferecia", disse ele, e outros seis - além de 100 mil libras egípcias (R$ 26,7 mil) - para concluir o restauro. A primeira coisa que fez foi colocar portas de correr entre os quartos e a sala, para poder instalar ar-condicionado na parte fechada do barco. Planejada com "precisão milimétrica", por causa da falta de espaço, a cozinha ganhou funcionalidade, com uma bancada ao redor da mesa de jantar e novos armários, balcões e eletrodomésticos.
O barco-casa é decorado com objetos que Pastore trouxe de suas andanças pelo mundo - a maioria foi adquirida durante as viagens de negócios para abastecer a loja. Os tecidos coloridos sobre sofás e poltronas e pendurados nas paredes são da China, do Laos, de Bali, da Índia e do Usbequistão. Dois bancos entalhados à mão já fizeram parte de uma ferramenta egípcia, puxada por búfalos, usada para cortar trigo. A cama de teca no quarto principal, montada como um quebra-cabeça que dispensa ferramentas e parafusos, veio da Indonésia.
Nas mesas e nas prateleiras, há pratos e ornamentos de cerâmica vindos da escola de Evelyne. "Morar na água nos lembra que, como o rio, nossas vidas estão sempre em movimento", disse Pastore. Mas "o barco tem agora um certo estilo, e transmite de cada uma de suas partes uma serenidade que se tornou importante para mim".

Fonte: www.estadao.com.br/noticias
Tradução de: Augusto Calil

Greenpeace ataca navio petroleiro

Ambientalistas são presos depois de subir a bordo de navio de exploração de petróleo em protesto contra perfuração de uma empresa escocesa em águas profundas da Groenlândia
Manifestantes do Greenpeace ocuparam um navio de perfuração ao largo da Groenlândia na última segunda-feira (30). Dois integrantes da Ong ambientalista subiram em um barco britânico a cerca de 90 km da costa da Groenlândia. A marinha dinamarquesa interceptou o navio de protesto do Greenpeace, Esperanza, após os manifestantes ocuparem o navio de perfuração Leiv Eiriksson e consideram mover uma ação judicial contra a entidade.
A ação é em protesto contra uma segunda temporada de testes de perfuração pela empresa escocesa, Cairn Energy, na Groenlândia. No verão passado, quatro alpinistas do Greenpeace ocuparam um outro equipamento operado pela mesma empresa em uma plataforma mais frágil e ficaram expostos por cerca de 30 horas antes de serem forçados a desistir pelo mau tempo.
Fonte: 247; Foto: Reuters

Exploradores encontram 3,3ton de moedas em navio japonês afundado!

Um tesouro afundado há mais de 60 anos foi encontrado no fundo do Mar Amarelo, perto da cidade coreana de Gunsan, por uma empresa de exploração submarina. Os mergulhadores descobriram 3,3 toneladas de moedas de diferentes países nos destroços de um navio japonês afundado por aviões americanos durante a Segunda Guerra Mundial, segundo o jornal coreano Korea JoongAng Daily.
Em entrevista ao jornal, Pyun Do-young, dono da empresa Sea Love, disse que sua equipe encontrou as moedas em caixas de madeira apodrecidas no convés do navio afundado. Desde janeiro a empresa procura restos de navios japoneses afundados pelos americanos quando levaram bens da China e da Coreia em direção ao Japão, durante a ocupação japonesa naqueles países.
O navio em questão seria o Mishima Maru, um cargueiro japonês afundado em 2 de julho de 1945. A Sea Love busca agora localizar um suposto carregamento de dez toneladas de ouro em barras que estaria no porão do navio, parcialmente enterrado no lodo - um tesouro avaliado hoje em US$ 500 bilhões (aproximadamente R$ 750 bilhões).

Fonte: O Globo

sábado, 11 de junho de 2011

Scheidt e Prada são campeões da Copa do Mundo!

Robert Scheidt e Bruno Prada confirmaram, neste sábado, o título da Copa do Mundo da classe Star, em Londres. A dupla ficou em terceiro lugar na Medal Race, a regata final da semana de Weymouth, e garantiu a conquista da competição, inédita para os brasileiros.
“Conseguimos executar todos os passos que planejamos para este primeiro semestre. Estamos até um pouco surpresos com os resultados, que chegaram antes do esperado, ainda mais por estarmos velejando com um barco emprestado”, disse Robert Scheidt.
Scheidt e Prada já tinham garantido a taça na última sexta, ao terminarem a fase classificatória de Weymouth com 32 pontos perdidos.
Os brasileiros, então, só precisavam chegar entre os oitos melhores na Medal Race, neste sábado, para conseguirem a Copa do Mundo da Vela. Com o terceiro, portanto, ratificaram a conquista.
A vitória em Weymouth, onde serão disputados os Jogos Olímpicos de Londres em 2012, dá a Scheidt e Prada o Slam da vela. “Ganhamos o Princesa Sofia em 2007, a Semana de Kiel em 2010, Miami, Hyéres, Medemblik e Weymouth este ano e ainda temos o título de Medemblik em 2009”, disse Bruno Prada.
Os dois devem ganhar um curto período de férias a partir de agora. Scheidt e Prada voltam ao trabalho para treinar com o PStar. O barco foi comprado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) com dinheiro da Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte e é a grande aposta de ambos para os Jogos de 2012.

Fonte: Site UOL